Abegões - António Mestre dos Santos; António Maria Carraça; Manuel Rita
Albardeiro - José Maximino
Alfaiates - Francisco Henriques; Alfredo Henriques Borges; Luís Henriques Borges
Barbeiros - Joaquim Estanislau Ramos; José António Santos; António Maria Delfino; Francisco das Dores; António Ricardo de Oliveira
Carpinteiros - José Estulano Espada; J. Ricardo de Oliveira; Magro Soares; A. Simões
Café - Manuel Joaquim Garcia
Comandante do Posto da G.N.R. - António Nobre Seleiro
Coveiro - José Vairinho da Silva
Cortiças - Manuel Rita; António Damásio Ramos Cid
Chefe da Estação dos Caminhos-de-Ferro - António Monteiro
Chefe da Estação Telégrafo-Postal - Maria Ângela Tavares da Costa de Oliveira
Chefe do Posto Experimental de Culturas Regadas - Manuel de Castello Branco, engenheiro agrónomo
Chefe dos leitores das escalas da Hidráulica Agrícola – Júlio Marques Caxarra
Director da Sociedade Recreativa Alvaladense – Francisco Mendes da Bica
Encarregado da iluminação pública - Simão José
Estafeta – António Francisco Martins
Farmácia – José António Baião
Ferreiros – Manuel Madeira; Joaquim Mestre dos Santos
Funcionário do Registo Civil – Padre Jorge de Oliveira (pároco aposentado)
Guarda-rios – Roberto José Tico
Juiz de Paz – José Maximino
Lagares – Maria Joana Botelho; Maria do Ó Gamito
Médico municipal – Dr. Jaime da Silva Matos Leitão
Médico particular – Dr. António Nunes Victório
Moagem – Manuel da Costa Fragoso
Observador do Posto Udométrico (que mede a pluviosidade) – Padre Jorge de Oliveira
Pároco aposentado – Padre Jorge de Oliveira
Pedreiros – Manuel Jacinto Varela; Samuel Jacinto Varela; Benigno Varela; Júlio Costa; Joaquim José Susano
Pensão Guerreiro - Joaquim José Guerreiro
Professores oficiais - Judite Sabino Louro (escola feminina); Maria Isabel Aguilar Barros (escola masculina)
Regedor - Custódio Joaquim Maria Guerreiro
Sapateiros – Manuel Joaquim Garcia; Inácio Cabrita Cortes; Joaquim Maria Cândido; Joaquim Henriques; António Magro Soares Júnior; Emílio José Alves
Estes são alguns dos alvaladenses que pelos finais dos anos 30 e inícios da década de 40 do século passado, ajudaram, cada um à sua maneira, a construir a freguesia que recebemos. Nos seus ofícios ou profissões, a maioria tinha em cada dia um novo desafio e uma batalha para vencer numa época de grandes dificuldades e carências. Para as novas gerações, serão apenas nomes. Mas foram mestres na sua arte, técnicos ou responsáveis de serviços que em áreas tão distintas deram os seus dias e as suas vidas a Alvalade em ofícios e profissões já perdidas na imparável roda do tempo que lembramos aqui, simbolicamente, em jeito de homenagem.
_LPR
(informação coligida a partir dos apontamentos do Padre Jorge de Oliveira)






Regina Henriques
4 mêss atrás
Que bom ver aqui relembrados alguns nomes da minha família!
Obrigada!
Regina Henriques
João Sobral
4 mêss atrás
Quem viveu em Alvalade nos anos 40 sabe que existiu um homem chamado José Maria Costa – conhecido por José Fradinho – enfermeiro, que durante muitos anos socorreu e tratou muitos alvaladenses a qualquer hora do dia ou da noite. Merece ser pelo menos recordado como tal porque foi durante muitos anos o unico em Alvalade.
Na agricultura houve nesse periodo uma mulher empresaria agrícola: Maria Luzia Costa.
admin
4 mêss atrás
Julgo que a “lista” é dos anos 30, mas fica a referência justa ao sr. José Fradinho, um alvaladense ainda lembrado com carinho por muitos. De resto os comentários estão abertos a outros alvaladenses que os leitores entendam que merecem e justificam ser recordados e enaltecidos pela sua dedicação à terra, quer ao nível associativo, profissional ou outro.
_LPR
Ceu Bougron
4 mêss atrás
Gostaria imenso que se recordassem de uma senhora que viveu em Alvalade durante muitos anos e que se chamava D.Ines.Quando penso na minha infancia esta esta automaticamente ligada a esta senhora. Tantas tardes passadas em sua companhia e tambem tantas ferias .Penso que nao sou a unica pessoa de Alvalade a pensar que foi uma sra sensacional, Quando fecho os olhos e que penso neste periodo da minha vida ainda tenho a musica da sua voz quando nos fazia recitar as tabuadas e certas poesias.Nessa altura as crianças nao estavam horas a ver a televisao mas aos recreios da d. Ines passavam-se por detras dos quintais.Nao haviam problemas de acidentes.
admin
4 mêss atrás
Muito obrigado por se ter lembrado da minha avó Inês, ainda hoje recordada em Alvalade, especialmente por muitos daqueles a quem ela ensinou a ler e a escrever.
Muitos outros alvaladenses justicam uma nota e uma referência pelo que este espaço está disponível para essas “homenagens”, mesmo que simples e simbólicas que sejam, como é o caso destas pequenas recordações de conterrâneos nossos que deram uma parte da sua vida a Alvalade.
_LPR
Ceu Bougron
4 mêss atrás
Não tenho o prazer de conhecer o neto da D.Ines mas estou contente por saber que ainda há familiares desta sra em Alvalade. Se o sr. tem filhos e se conheceu a sua avó deve fazer conhecer tudo isto.
admin
4 mêss atrás
Também não sei se a conheço ou não. Pelo seu nome e sobrenome, não chego lá. Quem sabe se ainda tem familiares na vila que possa identificar ou referenciar e assim possamos saber quem é a D. Ceu Bougron. Mais uma vez os meus agradecimentos por ter relembrado a minha avó Inês.
Muito obrigado.
_LPR
Eufrásia Veríssimo
3 mêss atrás
Estou deliciada a relembrar muitas das pessoas referidas e com muita saudade.Tal como a minha querida amiga Céu lembrou, também eu quero homenagear a D.Inês que faz parte integrante das nossas infâncias e também o Sr.José Fradinho. Aproveito para felicitar o filho, João, por tão bem cantar o fado.
Agradeço a todos os que se esforçam por dar a conhecer Alvalade e a sua gente.
admin
3 mêss atrás
Muito obrigado Eufrásia, pelas suas palavras sobre esta página e pela lembrança da minha avó Inês.
Sabe sempre bem receber palavras de incentivo e de reconhecimento pelos nossos, porque é isso significa que a roda do tempo não apagou determinadas memórias e recordações.
Cumprimentos,
_LPR