Início » Últimas » Alvalade.info, 15 anos a divulgar a história e o património da freguesia…

Alvalade.info, 15 anos a divulgar a história e o património da freguesia…

paçosepelourinhoNa rede desde 2001, a página “alvalade.info” completa agora 15 anos de existência… Nascida por iniciativa particular, continua fiel aos princípios e objectivos que estiveram na sua génese: livre, independente, apartidária e um contributo para resgatar e divulgar a história e o património de Alvalade através de estudos, artigos, dos apontamentos históricos do Padre Jorge de Oliveira, da divulgação de documentos antigos, ou de fotografias que retractem factos e acontecimentos locais contribuindo dessa forma para o conhecimento e compreensão da evolução histórica da freguesia e das suas memórias. 
Somam-se agora, neste mês de Junho, mais de 300 mil acessos e 15 anos consecutivos de trabalho voluntário e gratuito nem sempre acarinhado ou compreendido dentro de portas mas a vida também é isso…

_LPR

7 Respostas a Alvalade.info, 15 anos a divulgar a história e o património da freguesia…

  1. Maria do Carmo Candeias Responder

    27 de Junho de 2016 em 22:11

    Parabéns ao Alvalade.info, pelo trabalho tão interessante que tem desenvolvido durante todos estes anos. De certo que contribuiu para muita gente aumentar os conhecimentos históricos da Vila de Alvalade-Sado, onde aliás eu estou incluída. Obrigado Luis é digno de um grande agradecimento pelo seu esforço. A trabalhar assim a troco de nada é obra… Pouca gente o faria. Bem haja.

    • admin Responder

      30 de Junho de 2016 em 8:42

      Muito obrigado, Carmo. Um beijinho

  2. João Rainha Responder

    7 de Julho de 2016 em 0:51

    Parabens pela pagina e os muitos temas que são dados a conhecer, pois faz-me recordar a minha infância e parte da minha vida adulta. Apesar de não ter nascido nesta terra, fui aí criado apartir dos meus 5 anos e os meus pais a sua vida aí a fizeram e o carinho estará sempre no meu coração enquanto viver.
    Sinto pena é que Alvalade (a verdadeira, não a outra em Lisboa) como muitas belas terras neste lindo País sejam esmagadas por este progresso (dizem os pensantes do burgo), sejam postas de parte pelo poder instituido e lhes seja retirado/roubado (tentam) o seu devido valor e fatia nesse progresso. É uma terra que existia muito antes de muitas outras que hoje no século 21 têm alguma importância, continua existindo, e apesar de estarem sempre a querer lhe tirar o que é seu de direito.
    Um abraço para os “Barrigotos”, … “Alvaladenses” não existem para os amigos, … porque quem é de fora não sabe ou não percebe isto.

    • admin Responder

      8 de Julho de 2016 em 16:18

      Muito obrigado amigo João Rainha. Um abraço
      _LPR

  3. Preciosa Sacramento Alves Agostinho Responder

    10 de Outubro de 2016 em 9:53

    Graças a pessoas empenhadas Alvalade já é noticia pelos melhores motivos, veja-se em zap.aeiou.pt (Lusa)a notícia que se segue:

    Escondida atrás da cal, uma pintura do século XVII, onde figura um “concerto celestial” e a “santíssima trindade”, está agora exposta na abóbada da Igreja Matriz de Alvalade, em Santiago do Cacém, que vai ser convertida em museu.

    Durante os últimos dois meses, especialistas em conservação e restauro estiveram no edifício de bisturi em punho para, num trabalho minucioso, remover cautelosamente as camadas de cal até expor a pintura, que terá sido executada há cerca de 400 anos, na primeira metade do século XVII.

    “A construção da igreja termina em 1570, portanto estamos a falar em finais do século XVI, e a pintura figurativa será, com toda a certeza, realizada cerca de 40 a 50 anos depois, na primeira metade do século XVII, entre 1600 e 1650″, diz à agência Lusa Artur Pestana, da empresa Mural da História, que executou os trabalhos de conservação e restauro.

    Com tons como o “amarelo, o castanho, o preto e o branco”, a pintura, feita com “pigmentos naturais”, representa “um concerto celestial”, ou seja “um grande concerto de anjos”, com “instrumentos de sopro”, mas também “violinos, guitarras, alaúdes e um órgão”, que envolve o “motivo central”, que é “a santíssima trindade”, explica.

    O trabalho de conservação e restauro dos frescos agora revelados levou à descoberta de motivos decorativos ainda mais antigos, presumivelmente datados da época da construção do edifício, em 1570, e que passaram a ficar também parcialmente visíveis, dando, assim, prova de “duas campanhas decorativas” no mesmo espaço.

    “A primeira campanha não é uma pintura, é um trabalho em esgrafito muito simples, muito singelo e que é visível, uma decoração circular com uma flor de quatro pétalas que está no centro da abóbada”, revela Artur Pestana, esclarecendo que essa terá sido “a primeira decoração da capela ou da igreja, que será com toda a certeza contemporânea da construção”.

    Tiago Canhoto / Lusa
    Descobertos em 2014, no decurso de trabalhos de prospeção pictórica, os frescos, que decoram a abóboda da capela da Igreja da Misericórdia de Alvalade estavam tapados com cal.
    Descobertos em 2014, no decurso de trabalhos de prospeção pictórica, os frescos, que decoram a abóboda da capela da Igreja da Misericórdia de Alvalade estavam tapados com cal.
    Descobertos em 2014, no decurso de trabalhos de prospeção pictórica, os frescos, que decoram a abóbada da capela, vão agora permanecer visíveis no edifício que a Câmara Municipal de Santiago do Cacém, no distrito de Setúbal, pretende converter em Museu de Arqueologia.

    Com esse projeto em mente, o município e a Junta de Freguesia de Alvalade têm vindo a investir na reparação das coberturas do edifício, bem como na escavação arqueológica e antropológica, que levou também à descoberta, há alguns anos, de uma necrópole no interior da igreja.

    “Temos o projeto praticamente concluído, queremos avançar com a empreitada da obra em princípio no primeiro semestre do próximo ano com o objetivo de abrirmos o novo espaço até ao final do mandato”, adianta à Lusa o presidente do município de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha.

    A intenção é que uma nova estrutura museológica venha reforçar as três já existentes no concelho, o Museu Municipal, em Santiago do Cacém, o Museu do Trabalho Rural, na Abela, e o Museu da Farinha, em São Domingos, criando uma “rota de museus”.

    Para criar o novo museu, está previsto um investimento de 300 mil euros, esperando o município contar com comparticipação de fundos comunitários, que poderão chegar a 85%.

    Desde 1861 que o edifício da antiga Igreja da Misericórdia de Alvalade deixou de ser usado como lugar de culto, tendo desde então, servido de sapataria, residência familiar, sede partidária ou local de acolhimento de escuteiros, exposições e da comissão de festas.

    /Lusa

  4. admin Responder

    10 de Outubro de 2016 em 16:36

    Oxalá o museu se concretize rapidamente, D. Preciosa. A bem da memória colectiva de Alvalade.
    _LPR

  5. Preciosa Sacramento Alves Agostinho Responder

    11 de Outubro de 2016 em 12:41

    Os frescos de Alvalade estão a começar a fazer furor…
    Veja-se mais notícias da Lusa:

    Um importante conjunto de frescos foi descoberto na abóbada de uma igreja do século XVI localizada na vila de Alvalade, no concelho de Santiago do Cacém, em Setúbal, revelou esta segunda-feira uma responsável pelas prospecções pictóricas do concelho.

    Foram encontradas “várias figuras”, entre as quais “dois anjinhos e um anjo maior”, mas “toda a abóbada estará preenchida com desenhos”, disse a conservadora e restauradora de arte Carla de Freitas, em declarações à agência Lusa.

    As pinturas murais a fresco foram descobertas na sequência de trabalhos de prospecção pictórica, realizados na semana passada, na Igreja da Misericórdia de Alvalade, uma das mais antigas do concelho de Santiago do Cacém (a sua construção foi concluída em 1570).

    Carla de Freitas referiu que já há muitos anos que existiam suspeitas da existência de tais pinturas na igreja e que, em dois dias, foram feitas “sondagens em várias zonas da abóbada” do edifício.

    O conjunto de frescos, apesar de estar coberto por várias camadas de cal, parece estar em “bom estado” de conservação, disse a responsável, escusando-se, para já, avançar com a data e origem das pinturas.

    “É muito antigo, mas a sua origem só se poderá saber depois de estar tudo limpo e descoberto e após um estudo completo”, adiantou.

    /Lusa

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *