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Meia fachada da pensão Guerreiro e padaria Rainha consolidada e pintada

pensguerr2A nova «imagem» das ruínas da antiga pensão Guerreiro e da padaria Rainha, na rua da Cruz, parece definitiva. Do imóvel, preservou-se apenas meia fachada, agora consolidada e pintada para evitar o vazio entre os prédios confinantes que resultaria da demolição integral da pensão e da padaria que estavam praticamente em escombros e que foram, nas últimas décadas, um dos pontos mais negros e preocupantes do centro histórico de Alvalade. A morte do proprietário do espaço, travou um projecto de reabilitação e construção de um imóvel no local que os herdeiros e actuais proprietários não pretendem, por agora, concretizar. E é pena que o espaço não seja aproveitado para o projecto que esteve previsto e que já tinha todas as autorizações e licenças de construção aprovadas. Em pleno miolo do centro histórico e com uma vista privilegiada para o vale do Sado, seguramente valorizaria a vila e a freguesia. A melhor notícia prende-se com a reabilitação do prédio ao lado, que foi residência da família Rainha e que, aparentemente, será colocado no mercado de arrendamento.

Em parte do espaço antes ocupado pela pensão Guerreiro existiu, até aos finais do século 19, o hospital/albergue do Espírito Santo, de fundação medieval, mais tarde assumido pela Santa Casa da Misericórdia de Alvalade. Apesar de designado como «hospital» era fundamentalmente um pequeno albergue que prestava assistência sobretudo aos pobres errantes, mercadores, peregrinos e viandantes.

_LPR

3 Respostas a Meia fachada da pensão Guerreiro e padaria Rainha consolidada e pintada

  1. Rosa Freire Responder

    6 de Maio de 2015 em 13:26

    Pelo menos, assim tem outro aspecto e não aquela aparência degradante de quando aí passei há mais ou menos 4 anos. Obrigada

  2. Maria Ângela de Atayde Responder

    6 de Maio de 2015 em 18:55

    Ficou bastante bem. Mostra respeito por quem habita e passa nessa rua. Pode ser que um dia tenha um melhor aproveitamento mas, para já, ficou bem.

  3. António Rainha Responder

    6 de Janeiro de 2017 em 16:36

    Sic transit gloria mundi

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