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Alvalade a concelho?

Alvalade Sado quer ser sede de concelho (1 de Outubro de 2001)

O presidente da Junta de Freguesia de Alvalade Sado (no concelho de Santiago do Cacém), José Capela, quer ver a sua freguesia ascender a sede de concelho e nesse sentido pretende inscrever, ainda este ano, a mesma freguesia na Associação Nacional de Freguesias com Aspiração a Concelho.

Apesar das vozes criticas que o têm acusado de estar a lançar a sua re-candidatura àquela junta de freguesia alentejana e de estar a prometer o céu, o autarca nega qualquer envolvimento político nesta questão argumentando que se devem distinguir as duas coisas, pois “não se pode misturar a política com os desejos de Alvalade e dos alvaladenses”.

Ciente das dificuldades que este tipo de processo acarreta o autarca diz que pode “até demorar 100 anos mas há que dar o primeiro passo”, um passo que pretende “movimentar a população e criar algum bairrismo que neste momento está adormecido”. Ao mesmo tempo seria o culminar do adquirir a identidade perdida, “e o regresso aos tempos áureos da povoação”.

Recorde-se que a freguesia foi sede de concelho até ao ano de 1836.

José Capela diz que a criação do concelho de Alvalade Sado, traria benefícios económicos e sociais para aquela localidade. É que desde a extinção das fábricas de transformação de descasque de arroz e da conserva de tomate a população vive essencialmente da agricultura e de alguns serviços. A elevação a concelho seria uma oportunidade de trazer algumas unidades industriais para a terra, desenvolver a agricultura e instalar serviços que proporcionem a criação de emprego à população.

José Capela acrescenta que se pertencessem a um concelho do interior, que seria o caso, se Alvalade viesse a ser sede de conselho, a produção agrícola seria mais subsidiada, os seguros seriam mais benéficos, as empresas que ai se instalassem seriam mais beneficiadas em termos de impostos e consequentemente seriam incentivos para a fixação de população que segundo o mesmo “desceu em 20 por cento segundo os resultados preliminares dos últimos censos”.

O desejo de ver a sua freguesia elevada a concelho passa ainda pelo intento de ver a mesma autónoma administrativamente, pois queixa-se que tal como em outras freguesias estas são remetidas a um papel secundário, sentindo-se relegado para segundo plano “pois existe uma preocupação maior com a própria sede de conselho”.

No que diz respeito à criação de infra-estruturas base, obrigatórias para se ser elevada a sede de concelho o autarca não se mostra preocupado acrescentando que muitas dessas infra-estruturas teriam de ser criadas após a elevação.

A ser criado o concelho de Alvalade Sado, José Capela, defende a integração das freguesias rurais do concelho de Santiago do Cacém como são os casos da própria localidade, Ermidas Sado, S. Domingos e algumas localidades do concelho de Odemira, “que estão muito distantes da sua sede de concelho e próximas de Alvalade”. Uma situação que acredita não seria muito bem vista pelos dois concelhos.

No que diz respeito à população de Alvalade, este diz que está dividida, “há quem entenda que isto é oferecer o céu mas uma grande parte mostra-se satisfeita com a tentativa e com os passos que têm vindo a ser dados”.

Quando inscrita, Alvalade passará a ser a 82ª freguesia inscrita na Associação Nacional de Freguesias com Aspiração a Concelho onde figuram ainda, do distrito de Setúbal, freguesias como Samora Correia, Baixa da Banheira, Pinhal Novo, Amora, Azeitão e Costa de Caparica.

Entrevista concedida ao portal “Setúbal na Rede”, em 1 de Outubro de 2001.

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Decorreram 10 anos depois desta entrevista do anterior presidente da Junta de Freguesia de Alvalade, José Figueira Capela. Muitas das suas palavras ainda hoje fazem sentido e reflectem o desejo de muitos alvaladenses, no que toca à independência e autonomia administrativa de Alvalade. O caminho é longo e apresenta-se muito difícil nos próximos anos ou mesmo décadas, mas o desejo da restauração do concelho de Alvalade deve permanecer vivo dentro das principais ambições da freguesia. Não podemos perder a esperança nem nada nos pode impedir de sonhar e ambicionar que sejamos nós, alvaladenses, a decidir sobre os nossos destinos, livremente e sem quaisquer outros interesses laterais sejam eles políticos ou outros. Manter acesa a chama desse desejo, depende, em muito, da vontade e sobretudo do que fizerem as novas e as futuras gerações.

_LPR

12 Respostas a Alvalade a concelho?

  1. Matilde Oliveira Responder

    6 de Janeiro de 2012 em 10:33

    Estou em acordo com o admin. do site. Uma freguesia como Alvalade Sado que tem posto médico, posto dos CTT, banco, bombeiros, agrupamento de escolas, centro de dia, lar de idosos em breve, infantário, balcão da seg. social, paróquia, transportes publicos, casa do povo, associação de regantes, e por aí fora, merecia ser concelho há muito tempo.
    Aliás nunca percebi porque é que Alvalade está no concelho de Santiago Cacém porque o mais lógico era pertencer a Aljustrel bem como Ermidas pertencer a Grândola, o Cercal a Odemira e Santo André no concelho de Sines. Está mais que visto que a câmara de Santiago não dá conta de um concelho tão grande e quanto mais longe se estiver de Santiago pior é para as populações.

    • admin Responder

      6 de Janeiro de 2012 em 10:59

      Também partilho da sua apreciação. Esqueceu-se apenas que Alvalade tem também um Posto da GNR, cemitério, uma zona de indústria ligeira, duas feiras anuais que podem ser potenciadas e dinamizadas e está em curso a criação de um pequeno museu.

      Se fosse sede ou cabeça de concelho, as condições e pujança financeira das instituições e empresas locais seria seguramente mais forte do que é no presente. Haveriam também condições diferentes para lutar e ter acesso a novos equipamentos, nomeadamente culturais e desportivos.
      Alvalade tem a sede de um Agrupamento de Escolas que lhe confere também importância no domínio da educação. Poderia crescer indo até ao 12º ano.
      É sede de uma paróquia que já foi e ainda é importante, com um pároco residente. De resto, o facto da igreja paroquial ter o estatuto de Igreja Matriz, resulta de Alvalade já ter sido cabeça de concelho.
      É verdade que se perderam os comboios, mas isso pode ser temporário e não creio que seja uma decisão definitiva. Julgo que essa situação ainda pode ser invertida.
      O Cinema de Alvalade, uma vez recuperado, era um novo equipamento que valorizaria a freguesia e lhe daria ainda mais importância. Quantas freguesias na região dispõem de um edifício com aquelas características? Poucas ou nenhumas.

      Dito isto, não é difícil perceber que Alvalade reune um conjunto muito significativo de condições que lhe permitiam estar hoje num outro patamar de desenvolvimento, e que certamente estaria se fosse sede de concelho. Como freguesia, e continuando no rumo dos últimos anos, julgo que a vida em Alvalade vai degradar-se rapidamente nos próximos tempos. Uma das razões que concorre para isso é o facto de a freguesia não conseguir estancar e impedir a saída dos seus melhores jovens, que seriam quem poderia no futuro relançar a terra.

      Também não ajuda Alvalade o facto de numas coisas ou matérias estar na tutela de Setúbal, noutras com a tutela em Beja, noutras em Évora, noutras na região Alentejo Litoral, etc, etc. Dependendo da matéria, se é saúde, cultura, educação, turismo, diocese, etc, Alvalade é uma autêntica salada russa, com as tutelas dispersas por vários distritos e regiões.
      _LPR

  2. Atalivio Rito Responder

    6 de Janeiro de 2012 em 11:27

    “Alvalade Concelho”
    Plenamente de acordo. Não se trata de um pretensiosismo, nem de sonhar com a lua, mas de mover uma causa de interesse absolutamente necessario, de primeira linha para os naturais de Alvalade e proximidades.
    Acaso não é preciso fazer alguma coisa para salvar a qualidade de vida da terra, Ermidas, etc.? E não só a qualidade, mas a justiça de uma autonomia local racional, oportuna desde longa data e de direito quase natural.
    Oxalá todos empurrassemos nessa direção!

  3. José do Rosário Responder

    6 de Janeiro de 2012 em 19:08

    Algumas localidades com condições, para num futuro que deverá ser próximo, para bem do país e da população, é que terão de voltar àquilo, em que são bons e têm condições para fazer, …regressar e dinamizar a agricultura.
    A maior parte das sedes de concelho assentaram o seu desenvolvimento local no cimento armado. Hoje confrontados com muitas casas que não se vendem, com a perca de alguma industria que faliu ou procurou os países Asiáticos para se instalar. Quero eu dizer estas sedes de concelho esgotaram ao desbarato os fracos recursos que tinham e não criaram alternativas. A construção civil anárquica, já deu o que tinha a dar. No caso e como exemplo, no futuro… Santiago de Cacem, viverá apenas dos serviços (Câmara, Hospital, Finanças, Tribunal e outros) que, com o incremento cada vez mais das novas tecnologias, irá ter cada vez menos funcionários, menos pessoas a viver lá e já sem condes de Bracial para darem um empurrão, irão estagnar. No caso e ao lado, no futuro…. Sines e Grândola, irão ter, cada vez mais, condições excepcionais para se desenvolverem. Como resultado, serão mais procuradas pelas gerações vindouras. Portanto com mais peso político e económico. Depois haverá num futuro não muito longínquo,… algumas, hoje freguesias, a quererem sair do concelho em que estão. Outras, a reivindicarem para elas o protagonismo de sede de concelho. No concelho de Santiago, no primeiro caso, enquadra-se Alvalade e Ermidas. No segundo, será Santo André. Cientes disso, os actuais autarcas fazem das tripas coração, para desencorajar essas pretensões….e como? Fazendo mais investimento em melhoramentos públicos, criando mais qualidade de vida, etc, etc. No nosso caso…a menina dos olhos bonitos favorecida é Santo André. Mesmo assim, querem mais e…..já começaram a içar a bandeira …”Santo André a concelho”. Para mais tarde, não me admira nada, levantarem outra de:…. Santo André, para o concelho de Sines. E com essas reivindicações sempre presentes vão levando a água ao seu moinho. Ermidas, já demonstrou vontade de pertencer ao concelho de Grândola. Alvalade como está, muito longe da sede do concelho, o pouco que é feito, é ao relatim e a população, alguma dependente do emprego vindo de Santiago, pouco ou nada se manifesta. Agora quando aquilo que os portugueses comem tenha que passar a ser produzido cá em Portugal, por não termos dinheiro para comprar… lá fora, ou os que vendem,… depois não terem para vender, …..o caso muda de figura. Aí, terras como Alvalade, terão outras oportunidades. No momento não acredito que Alvalade, nos próximos decénios, tenha condições para exigir ser sede de concelho. Poderá é usar como pressão continua, a saída do concelho de Santiago do Cacém, para Aljustrel. E aí os autarcas que estiverem à frente da Câmara de Santiago, começarão a olhar para Alvalade com mais atenção.

  4. Rui Nunes Responder

    12 de Janeiro de 2012 em 16:08

    Enquanto não estiverem todos de acordo para o querem de Alvalade, nada será feito e os outros comem, comem…em matéria de avançar com projectos e pôr a vila no sitio que merece, não pode haver politiquices, Alvalade é de todos e não só de alguns, não vivo ai, temos casa ai, a minha mãe vai aí varias vezes, o meu bisavô, meu avô e o meu pai nasceram aí e aí foram enterrados. Eu não nasci aí, mas vivi momentos lindos, eu continuo a acreditar nas pessoas de Alvalade, talvez seja a minha memória de menino, cheio de inocência, mas nada se faz sem luta e como prova disso e que o centro cultural que criámos aqui na Florida já anda, aos tropeções, mas anda, temos sede provisória, já temos festas marcadas para o ano todo e em 2013 iremos ter o nosso espaço aberto a todas raças, sempre na luta, não somos 1 ou 2, somos um grupo de cerca de 150 pessoas que se divide em varias seções, festas, promoções para novos membros e um grupo só que está ligados aos direitos de centro cultural e um bom advogado, tudo na vida é possivel, menos evitar a morte, por isso força Alalade, criem um comité para explorar todos as opções, “provoquem” as populações com o futuro, cada pessoa é um voto e votos são sempre importantes, muda muita historia…espero que mude a de Alvalade, sem esquecer o seu passado e isso que faz uma terra não desaparecer, o nosso centro começou com cerca de 40 pessoas e ainda não temos um mês de vida, temos pessoas a quererem fazer parte do grupo todos os dias, quando um projecto e feito com verdade, os más linguas não gostam de estar por perto e ainda bem, desses estamos todos fartos e não fazem falta….

    • José do Rosário Responder

      26 de Fevereiro de 2013 em 19:07

      Embora com a diferença de um ano é só para dar um abraço ao Rui e o meu reconhecimento pelo interesse que sei teres pelas coisas de Alvalade.
      Um abraço e mantém-te assim ligado ao nosso Portugal e em particular a Alvalade…
      Abraço

  5. admin Responder

    13 de Janeiro de 2012 em 16:49

    No geral concordo com o Rui e com o José do Rosário.

    Se a comunidade alvaladense fosse mais unida e não desse tanta importância às suas diferenças em matéria de opções partidárias, a terra só tinha a lucrar e por certo que já tinha obtido mais vitórias e obras importantes.
    Enquanto a terra estiver subjugada aos interesses políticos e partidários, sejam eles quais forem, vamos continuar como estamos durante muitos mais anos.
    E isso reflecte-se em quase tudo o que pode mexer com o desenvolvimento da freguesia.
    O que pessoalmente me custa mais é ver que Alvalade é capaz de se unir e de se manifestar sempre que perde serviços e estruturas da responsabilidade do poder central, mas nunca o fez, nem tem coragem de se manifestar e reivindicar nada quando se tratam de obras e melhoramentos da responsabilidade do poder local.
    Nunca!
    E nesse contexto, será difícil Alvalade sair da situação em que está. Não podemos ter um peso e duas medidas. Exigir de um lado e branquear ou esquecer outro. Porque o desenvolvimento da freguesia não depende apenas do poder central, mas também das autarquias e em especial da câmara municipal.
    Oxalá o futuro no traga mais coragem!
    _LPR

  6. José do Rosário Martins Responder

    2 de Março de 2014 em 20:41

    Passados que são dois anos desde que foram postados estes desabafos, poderemos concluir que Alvalade está pior. Intensificou-se a caridadezinha, porque as pessoas vivem mais mal, por via de políticas desastrosas impostas por quem nos tem governado. Quem fizer uma ronda pelas ruas de Alvalade, vai encontrar cada vez mais casas vazias. Os mais velhos vão morrendo e os mais novos e capazes não encontrando emprego, são obrigados a ir embora. Acontece que alguns Alvaladenses Ausentes, que estariam com vontade de regressar e passar na terra que os viu nascer o resto dos seus dias, devido ao mau apoio na saúde que Alvalade tem, não arriscam regressar. Alvalade está no terminus do Distrito e do Concelho. Se isto fosse um País bem gerido, em Alvalade seria instalado um Serviço de Apoio Permanente, vulgo (S A P), para apoiar uma vasta região populacional que abrangeria pelo menos três Concelhos…..Santiago do Cacem, Aljustrel e Odemira. O que acontece? Estamos a 40 quilómetros do hospital mais próximo, no Verão passado…as duas médicas que dão consultas no posto de Alvalade, foram as duas de férias ao mesmo tempo (isto que escrevo, foi-me contado por muita gente aqui na terra), não posso garantir se foi mesmo assim. Actualmente o posto da G. N. R, funciona das 9 horas da manhã ás 17 horas da tarde. Nas horas mais convenientes ao banditismo, não se vê um único elemento das forças de segurança. Fechou a estação dos Caminhos de Ferro….fecharam os Correios, o fornecimento de energia eléctrica é do pior que conheço….é um apaga e acende provocando enormes estragos nos aparelhos e no bem estar das pessoas. Fechou a Escola Primária, a outra a continuar o cada vez menos alunos….não sei o que possa acontecer.
    O cemitério está quase esgotado….não me admiro nada que daqui a meia dúzia de anos os funerais dos nossos entes queridos, sejam encaminhados para Ermidas Gare…desculpem Ermidas Sado.
    Como reage a população a esta situação? Acomoda-se!….e cá vamos indo felizes, entretidos com.. futebóis e telenovelas!…..esperando que dias melhores apareçam!….

  7. Matilde Oliveira Responder

    3 de Março de 2014 em 0:27

    Pelo que vi nos dias que estive aí no Natal acho que Alvalade é uma terra que está a ficar muito morta mas tomara que seja apenas uma impressão errada da minha parte.

  8. admin Responder

    3 de Março de 2014 em 9:33

    Subscrevo as vossas considerações.
    Acrescento ainda mais um dado, suportado por vários testemunhos com conhecimento de causa: nesta altura, a economia de Alvalade é suportada/dinamizada, em grande parte, pela população idosa através das suas pensões de reforma. Na semana em que os idosos de Alvalade recebem as pensões de reforma, quase todo o tipo de comércio em Alvalade sente esse dinheiro na aquisição de bens de primeira necessidade, e outros. Ao invés, os salários da população activa têm pouca expressão na economia local uma vez que essas pessoas têm outra capacidade de mobilidade e vão fazer as suas principais compras mensais fora da terra. Em Alvalade deixam apenas meia dúzia de euros na compra de pão e pouco mais. Existem largas dezenas de moradores em Alvalade que nunca foram vistos numa loja, numa mercearia, num café, etc, da freguesia. Injectam os seus dinheiros na economia de terras e concelhos ao redor de Alvalade. Isto também é mau para Alvalade. E neste contexto, que já é muito difícil com a actual conjuntura nacional, Alvalade fica ainda mais enfraquecida. Curiosamente, a situação económica difícil que Alvalade atravessa não impede a abertura de novos negócios e outros que estão previstos e/ou em vias de inauguração. Em perfeito contraciclo e de risco elevado.
    _LPR

  9. José Raposo Nobre Responder

    3 de Março de 2014 em 15:17

    Não quero discordar de todos os desejos para que Alvalade seja sede de concelho, mas não é aí que está o nosso problema, sendo concelho ou freguesia é necessário que se melhore o serviço de saúde, com consultas diárias e não apenas 3 dias por semana.
    Não podemos esperar que se instalem aqui Empresas que criem emprego, mas sim apostar, como está a acontecer noutras regiões, no sector agrícola, que haja jovens empreendedores que se dediquem à cultura em Estufas, temos boas terras, água proveniente de 3 Barragens com uma boa rede de canais, há apoios do Ministério da Agricultura e verbas comunitárias, precisamos de criatividade e trabalho.
    O nosso país está a apostar na produção agricola e exportação para a Europa e Norte de Africa. A nossa freguesia tem todas as condições, assim se criavam postos de trabalho e mais crianças para justificar as Escolas, GNR, e seriamos uma freguesia progressiva e talvez no futuro Camara Municipal. Já temos uma Associação de Agricultores, mas é preciso muito mais…
    JRN

    • admin Responder

      3 de Março de 2014 em 17:14

      Perfeitamente de acordo.
      _LPR

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