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Em história e património, Alvalade não tem rival nas freguesias do concelho

misericordia8Alvalade detém um conjunto de realidades e marcas histórico-culturais que constituem legados valiosos e com um potencial muito importante que podem ajudar a desenvolver e a projectar a freguesia. São disso exemplo, a praça D. Manuel I, com marcas e testemunhos de várias épocas, que oferece uma leitura muito interessante da evolução histórica e social da freguesia (pelourinho, igreja da Misericórdia, antigos paços do concelho, casa dos juízes, sede da Casa do Povo); a igreja matriz com o seu espectacular retábulo barroco do altar-mor, a cabeceira manuelina e o excelente miradouro do adro sobre o vale de Campilhas, fazem dela uma das igrejas históricas mais importantes do Alentejo Litoral; a ponte Romana, ainda que muito alterada relativamente à sua construção primitiva a partir do século XVI, é igualmente única na região; a fonte da Bica, com o frontão decorado com um friso de azulejos Arte Nova não tem paralelo na sua tipologia em todo o concelho; a ponte dos Arcos, pelo traço arquitectónico e pelo que significou na época para a engenharia nacional.

Podemos acrescentar também a esta lista outros elementos e lugares com memória e com história. Alguns deles ainda por resgatar das entranhas dos campos de Alvalade, como é o caso das villas romanas, nomeadamente nas herdades da Defesa, Ameira e Roxo, cujo valor e interesse ainda não são verdadeiramente conhecidos. E incluir também o património natural e a biodiversidade da freguesia, e o espólio único e excepcional do Posto de Culturas Regadas. Em história e património, com excepção da sede do concelho, Alvalade não tem rival nas demais freguesias…

_LPR

Uma Resposta a Em história e património, Alvalade não tem rival nas freguesias do concelho

  1. José Raposo Nobre Responder

    4 de Março de 2014 em 15:41

    Nunca é demais insistir em todos os valores patrimoniais de Alvalade, no Monte do Roxo há muito para descobrir, tal como na Gaspeia, não desista, Luis, os responsáveis não podem ignorar.
    JRN

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