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Edificado em 2001, sob o signo das grandes obras de modernização da Linha do Sul, o viaduto ferroviário de Alvalade cumpre já um quarto de século de existência. Erguendo-se defronte da vila, em pleno coração do Vale do Sado, a estrutura permanece como uma das mais ambiciosas empreitadas públicas realizadas na freguesia no início deste século, tendo-se tornado parte indissociável da identidade e do quotidiano visual dos alvaladenses.
Do ponto de vista técnico, a engenharia da obra divide-se em sete tabuleiros uniformes de 90 metros de extensão cada, devidamente intervalados por juntas de dilatação entre os eixos de apoio. O comprimento de cada secção reparte-se harmoniosamente por cinco vãos intermédios de 14 metros e dois vãos extremos de 10 metros, apresentando uma robusta secção transversal em laje maciça.
A sustentação de cada apoio é garantida por trios de pilares-estaca com um metro de diâmetro. À data da sua construção, em 2001, o viaduto representou um investimento de 3,5 milhões de euros, servindo com eficácia a Linha Ferroviária do Sul, hoje dotada de via dupla.
_Luís Pedro Ramos
A Refer fez o Viaduto para os Comboios transitarem para o Algarve, mas também ampliou o Cais da Estação de Alvalade, fez uma Passagem Metálica Superior e a seguir todos os Comboios, incluindo os regionais, deixaram de parar. Os Alvaladenses têm o prazer de “ver passar os Alfas, os Regionais, os vagons de minério e areias” e basta!
Os gastos de dinheiro publico, a falta de respeito pelos residentes em Alvalade e freguesias vizinhas que utilizavam o Comboio, tem de ser denunciado.
Se quiserem viajar tantas vezes por motivos de Saúde, embarquem ou desembarquem em Ermidas porque os Taxistas também precisam de ganhar, pagos por quem tem pensões de 200 e poucos euros.
JRN