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O largo do Vasco…

O largo do Vasco…

O Largo do Vasco, hoje, é um deserto de silêncios onde o tempo parece ter estancado. Nas esquinas, o brisa serena que percorre a vila sussurra memórias de um tempo que a modernidade apagou, deixando apenas a melancolia dos dias idos. Por ali ainda sobrevivem as paredes outrora vivas do…

A sede do Posto de Culturas Regadas…

A sede do Posto de Culturas Regadas…

As paredes do mais formoso edifício do Cerro do Moinho, guardam o peso de um tempo que já não volta. Onde outrora escorreu a vida administrativa do Posto de Culturas Regadas Dom Manuel de Castelo Branco, o eco do silêncio substituiu o som dos passos decididos e das conversas animadas…

O lavadouro da Bica…

O lavadouro da Bica…

No lavadouro público da Bica, o tempo parece ter estancado entre as pedras frias e o cheiro eterno a sabão azul… Sob a luz forte dos dias e terna do crepúsculo, as pedras desgastadas do tanque guardam um silêncio pesado. Aqui, neste recanto escondido de Alvalade, desfilaram sucessivas gerações de…

O Campo da Oliveira Grossa…

O Campo da Oliveira Grossa…

Onde hoje se erguem moradias e quintais alinhados, pulsava outrora a terra batida do ‘Campo da Oliveira Grossa’. Um recanto de poeira e liberdade, rasgado num extenso olival (na fotografia) outrora situado em frente da antiga Escola Primária e que ia até perto do depósito da água, na velha geografia…

O silêncio das oliveiras antigas do adro…

O silêncio das oliveiras antigas do adro…

As oliveiras centenárias do adro da igreja matriz guardam um silêncio antigo… Arrancadas do terreno confinante com o cemitério de Alvalade, outrora pertencente à ermida de S. Pedro, já desaparecida, e replantadas no adro, elas assistem, imóveis, à passagem inexorável do tempo. Aquelas copas cinzentas e rugosas são contemporâneas de…

A banhos no canal…

A banhos no canal…

O canal de rega do Vale de Campilhas repousa sobre a terra como uma serpente de betão e água… Sob o sol ardente de Alvalade, ele cumpre o seu destino principal: nutrir o solo, matar a sede às culturas e transformar o pragmatismo da engenharia na fartura verdejante dos campos…

A era dourada do Cine-Alvalade…

A era dourada do Cine-Alvalade…

Olhar para esta fotografia é abrir as portas de um tempo suspenso, onde a vida acontecia de outra forma, despida da pressa cinzenta dos dias de hoje. Nestes tempos, o Cine-Alvalade não era apenas um edifício físico, mas sim o coração pulsante da vila. Ir ao cinema era um ritual…