Cantem moças, cantem moças Nesta linda sociedade Qu’é para quem passar dizer Viva as moças d’Alvalade. Quando iniciei a minha colaboração na “Setúbal na Rede“, propus que partilhássemos de um percurso ao longo do Sado. Por isso, deixei para último lugar Alvalade do Sado, porque é, de facto uma das…
/
Continue a ler →
A origem da família Lança Parreira, que em 31 de Maio de 1834 recebeu e acolheu 0 rei D. Miguel I, já deposto, na célebre casa da Praça D. Manuel I (na imagem), divide-se entre S. Romão do Sado e Beja (Santa Vitória). Luís da Lança Parreira, filho de José da Lança Parreira (nascido a…
/
Continue a ler →
Nas crenças e superstições populares acredita-se que a água da noite de S. João tem virtudes terapêuticas, curando doenças, favorecendo a beleza nos jovens, e ajuda nos amores, entre outros benefícios. Na figura de S. João Baptista, a água assume uma importância capital atendendo à cena bíblica do Baptismo, em…
/
Continue a ler →
Não é difícil encontrar ainda hoje em Alvalade, entre a população, quem tivesse ouvido o ritmo cadenciado e trepidante da velha máquina de costura, de pedais, da costureirinha. O som podia ouvir-se em qualquer parte da casa: no quarto de dormir, na cozinha, num corredor ou mesmo vindo de dentro…
/
Continue a ler →
Nascido na freguesia de Samuel, no concelho de Soure, no dia 8 de Novembro de 1865, o Padre José Jorge de Oliveira acabaria por se fixar inicialmente na região de Lisboa, como pároco encomendado, nas igrejas de S. Domingos de Rana, Carcavelos, Santa Iria, Póvoa de Santa Iria e S. João da Talha…
/
Continue a ler →
Com a reforma administrativa de 1835-36, o concelho de Alvalade, com foral pelo menos desde o século XVI, foi suprimido. Tratou-se de uma reforma que visava o reforço da mão do estado na tutela municipal. Foi aliás esta reforma que instituiu, até hoje, os distritos administrativos e criou neles a…
/
Continue a ler →
Estávamos no ano de 1935. Em Alvalade, uma boa parte da população tinha sido infectada pelas sezões (paludismo). Num velho casebre, Francisco Lúcio, a mulher e os quatro filhos agoniavam deitados no chão, em esteiras, ardendo de febre e famintos. Havia tempo que nada comiam… Joaquim Algarvio foi visitar a família,…
/
Continue a ler →
À semelhança do que sucedeu com muitas outras igrejas paroquiais do Alentejo, a matriz de Alvalade, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição da Oliveira, foi sujeita, na segunda metade do século XVII, a uma importante campanha decorativa, com o propósito de conferir maior magnificência ao espaço litúrgico. Como…
/
Continue a ler →
Os mais idosos certamente ainda se lembram de ouvir falar nas célebres assombrações do Padre Bernardo, muito badaladas em Alvalade nos finais do século 19 e na primeira metade do século 20. Segundo a tradição oral, eram frequentes as aparições nocturnas do fantasma do Padre Bernardo (arrastando uma pesada corrente)…
/
Continue a ler →
É uma das tradições Alvaladenses de que ainda se fala, mas que infelizmente deixou de existir. Se houvesse possibilidade de sensibilizar os nossos jovens para o retomar desta tradição, seria importante. Mas não só os nossos jovens. As pessoas adultas poderiam igualmente participar neste tipo de iniciativa, que certamente daria…
/
Continue a ler →
Comentários recentes