Agora que atravessamos dias muitos frios recordamos o grande nevão que caiu no dia 14 de Fevereiro de 1983. Ao amanhecer, Alvalade estava coberta por um grande manto de neve para a alegria de crianças e jovens que nunca tinham visto neve e satisfação para os agricultores porque nos anos,…
/
Continue a ler →
Para além da sua função cultual, a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição da Oliveira é também um ex-libris do património histórico de Alvalade. A herança manuelina que mantém e se observa nos capitéis, na fonte baptismal, na pia de água benta, no portal principal e sobretudo na capela-mor…
/
Continue a ler →
A atribuição e colocação dos primeiros topónimos e letreiros nas ruas antigas de Alvalade perfez um século (1925-2025) e contemplou apenas as artérias mais importantes. A rua da Estalagem foi renomeada para rua 31 de Maio de 1834 perpectuando a data da passagem e pernoita em Alvalade do Rei D.…
/
Continue a ler →
A antiquíssima e generosa mina de água conhecida por Poça da Amoreira esteve na origem da actual Fonte da Estação. Segundo a tradição, parte do contingente de infantaria que acompanhou o Duque da Terceira na “visita” a Alvalade, no dia 18 de Julho de 1833, durante as guerras liberais, foi…
/
Continue a ler →
A fotografia, inédita, documenta a cofragem de um sector da Ponte dos Arcos, por volta de 1950, alguns meses após o início da sua construção. Aberta ao trânsito em 1952, a icónica Ponte dos Arcos é, ainda hoje, 72 anos depois, uma das obras mais importantes e incontornáveis da freguesia…
/
Continue a ler →
Nos finais da última década de 50, as raparigas de Alvalade tinham ao seu dispor uma ‘Escola de Corte, Costura e Bordados’ instalada nos antigos paços do concelho (na imagem), promovida pela famosa marca de máquinas de costura SINGER. A ideologia política do regime salazarista procurava edificar uma nova sociedade…
/
Continue a ler →
A Irmandade do Santíssimo Sacramento de Alvalade, erigida na igreja matriz no séc. XVI, tinha a seu cargo, entre outras atribuições, a organização das solenes festas do Santíssimo e da Semana Santa, realizadas sempre com grande aparato e imponência e alguma ostentação nos paramentos e nas alfaias. Foi também esta…
/
Continue a ler →
Foi erguido inicialmente no centro da praça em frente dos antigos Paços do Concelho (actual sede e residência paroquial), pouco depois da outorga do Foral Novo em 1510. Símbolo da administração autónoma da justiça local de tempos idos, o pelourinho era o lugar de punição dos criminosos e delinquentes do…
/
Continue a ler →
Até ao início do século passado, não existia qualquer forma de iluminação pública na vila e quando anoitecia as ruas de Alvalade mergulhavam numa absoluta escuridão, apenas contrariada pelo brilho das estrelas e o esplendor da lua. Sair à noite depois de anoitecer, só por extrema e indispensável necessidade. Um…
/
Continue a ler →
As terras de Alvalade no período Romano eram, à semelhança do que acontecia em grande parte do Alentejo, povoadas de azinheiras e sobreiros, mas também medronheiros, loureiros, zambujeiros, urze branca, entre outras espécies vegetais. Na fauna, destacavam-se os javalis, os lobos e os veados, entre outras espécies. A colonização romana…
/
Continue a ler →
A referência mais antiga sobre o Bairro da Fonte, actual Rua da Bica, data de 1840 mas o lugar terá sido ocupado e habitado muito antes disso e por influência da proximidade com a mui antiga Fonte Branca, que posteriormente viria a dar origem à actual Fonte da Bica. As…
/
Continue a ler →
A rua 23 de Agosto de 1914, topónimo que assinala a data de inauguração da Estação dos Caminhos de Ferro de Alvalade, ou a ladeira do Quedas, topónimo popular que correspondia à alcunha do dono de uma mui frequentada taberna situada a meio da rua, foi a principal e mais…
/
Continue a ler →
Em 1904, no testamento do abastado proprietário Francisco Mira Pinheiro, originário de Azinheira dos Barros e possuidor de vários e avultados bens em Alvalade, constavam “(…) metade d’uma morada de casas térreas com 14 compartimentos, dois celeiros, casas de tulhas, depósito de azeite, adega, casa de destilação, cavalariça, palheiro e…
/
Continue a ler →
A actual rua Padre Jorge de Oliveira, a leste do adro da igreja matriz, é o acesso mais antigo para o vale de Campilhas e foi, durante vários séculos, designado como a ‘Azinhaga do Adro’. Era um carreiro estreito e mal amanhado que os habitantes da vila percorriam, maioritariamente a…
/
Continue a ler →
O ´Largo do Serro do Moinho’ ocupa o vértice do planalto onde os vales do Sado e de Campilhas se abraçam e se ajoelham a seus pés… O moinho, que fixaria o topónimo do pequeno largo, integrava o grupo dos quatro moinhos de vento tradicionais que existiram no território alvaladense,…
/
Continue a ler →
O espaço hoje ocupado pelos ‘casões do quer-tudo’ (na imagem), como a população lhes chama, foi, pelo menos, desde o séc. XV, um terreno limpo e cercado designado como o ‘Curral do Concelho de Alvalade’. A função deste espaço concelhio era guardar o gado (bois, vacas, ovelhas, cabras) em trânsito,…
/
Continue a ler →
As tradições que ao longo de várias gerações contribuíram para a construção da identidade da freguesia de Alvalade, como: – O CANTE DAS JANEIRAS – A DANÇA DO CARNAVAL – O ENTERRO DO ENTRUDO – OS CONTRATOS DA PÁSCOA – A PROCISSÃO DO ENTERRO DO SENHOR – A ÁGUA SANTA…
/
Continue a ler →
Em Alvalade, já vão longe os tempos em que neste dia se cumpria a tradição de ir a Sines ao Banho 29. Da Estação dos Caminhos de Ferro seguiam, primeiro para Ermidas e depois noutro comboio para Sines, muitos alvaladenses (por vezes famílias inteiras), para a actual praia Vasco da…
/
Continue a ler →
Comentários recentes