Para manter inalterável e intangível o bloco concelhio, necessário se torna que as sedes, para a equitativa divisão dos benefícios, dêem a cada freguesia, o quantum que, da sua contribuição, exceda a cota para os encargos gerais do município Até aqui, confessamos, tinhamos a mania ultra-bairrista de que para dar…
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A fotografia não tem muitos anos e documenta a rua Duque da Terceira ornamentada para as festas de Nossa Senhora da Conceição da Oliveira, padroeira de Alvalade. A esta rua juntavam-se várias outras, briosamente decoradas pelo voluntarismo desinteressado dos moradores, comerciantes, instituições e da comissão de festas da paróquia. As festas em…
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No decorrer dos séculos a arte de farinar o grão panificável passou por várias metamorfoses. Encontram-se ainda, por aqui, os trituradores da idade da pedra, a mola manuária, da idade dos metais e também a mola asinária, accionada por animais, geralmente burros-asinos. A invasão árabe trouxe-nos a utilização da força…
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“Na Ribeira do Roxo, no terreno denominado Herdade ou Courela do Valdez (actual Faial) existiu, antes de 1649, durando até 1890, uma capela cujo padroeiro era S. Roque. Era, como as outras capelas, de uma só nave, sem arte alguma digna de menção. Tinha mordomias e, quase todos os anos…
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A Azinhaga do Adro (actual Rua Padre Jorge de Oliveira), o Largo do Adro (actual Largo 25 de Abril), a Rua do Adro (actual Rua 25 de Abril), a Rua de S. Pedro, a Travessa do Adro (actual Rua Padre Abel Varzim), a Rua de Lisboa, a Travessa do Espírito…
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“O movimento da estação de Alvalade é relativamente pequeno por lhe faltarem estradas de acesso. Seria o natural embarcadouro dos produtos agrícolas do centro e sul da freguesia, assim como da parte oeste da de Aljustrel e de todo o campo sueste da vizinha freguesia de S. Domingos, se, ao…
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Com projecto desde 1945, a construção da Ponte dos Arcos só teve início em Dezembro de 1949, a cargo da Junta Autónoma de Estradas (JAE), após 5 anos de incertezas e contratempos. A obra, projectada pelo Engº Edgar Cardoso, técnico reputado da Junta Autónoma de Estradas, ficaria nos anais da…
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A história dos CTT em Alvalade começa no dia 23 de Agosto de 1914, com a inauguração da Estação de Telégrafo-Postal, no início da rua de Lisboa e defronte da Praça D. Manuel I, ocupando um espaço sagrado, que outrora acolheu a capela do Espírito Santo. O dia teve festa…
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É uma das artérias mais antigas e emblemáticas de Alvalade. O seu topónimo teve origem na ermida de S. Pedro, que outrora existiu no cerrado onde em 1854 foi construído o actual cemitério público da vila. Foi sempre uma rua muito movimentada e durante vários séculos assumiu-se como a principal…
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A coluna na imagem é o que resta do Portão do Mira, em pleno vale do Sado, defronte para a vila. Até há meia dúzia de anos ainda era possível encontrar também a segunda coluna e a ferragem de suporte do portão, muito badalado entre os finais do século XIX…
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A fotografia transporta-nos para o ano de 1952 e documenta umas das primeiras sedes da Casa do Povo de Alvalade, no caso situada na histórica Rua de S. Pedro. A fachada engalanada integrou-se no ambiente festivo que Alvalade viveu no dia 22 de Maio do mesmo ano, para a recepção…
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A Ladeira do Quedas Alvalade já foi triste Com muitas vidas azedas Hoje é alegre e resiste Como a ladeira do Quedas Ladeira do Quedas onde Eu brinquei quando menino Ou jogando ao esconde-esconde Ou então fazendo o pino As moças do Cerradinho Por ela é que iam à fonte…
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A construção em terra encontra-se em todo o mundo. Onde quer que falte pedra ou madeira, a solução é a utilização da terra. E, ao contrário, do que se pode pensar, olhando à modéstia ou relativa modéstia da realidade portuguesa, existem grandes edifícios e cidades inteiras construídas em terra. Uma…
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De tempos a tempos a questão vem à baila… Alvalade, Alvalade-Sado, ou Alvalade do Sado, é a designação ou nome da vila e da freguesia que surge, ora em notícias nos jornais, na internet, ou mesmo em alguns documentos oficiais. O nome oficial da vila e freguesia é apenas “Alvalade”.…
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É uma das tradições Alvaladenses de que ainda se fala, mas que infelizmente deixou de existir. Se houvesse possibilidade de sensibilizar os nossos jovens para o retomar desta tradição, seria importante. Mas não só os nossos jovens. As pessoas adultas poderiam igualmente participar neste tipo de iniciativa, que certamente daria…
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