Início » Arquivos por categoria » Alvalade (Página 2)

Alvalade genuinamente alentejana…

Alvalade genuinamente alentejana…

Quando por vezes, em velhos documentos, encontrávamos esta região transtagana designada pela clássica forma “terras dentre o Tejo e o Odiana”, e víamos em antigos forais, Alvalade e as suas catorze companheiras enquadradas no “Campo de Ourique”, perguntávamos porque motivo a deslocaram para a Estremadura, fugindo à lógica das coisas.…

A Travessa do Adro…

A Travessa do Adro…

A imagem transporta-nos para a antiga travessa do adro, actual rua Padre Abel Varzim, nos finais da última década de 50 ou inícios da década de 60, cuja importância e configuração urbana remontam, com grande probabilidade, à época medieval. Foi, durante muitos séculos (e ainda é), a artéria privilegiada na…

Alvalade de antigamente…

Alvalade de antigamente…

A Estação, o Contador, a Ponte de Ferro, as ruínas da ermida de S. Sebastião ou a Ponte dos Arcos eram alguns dos espaços privilegiados dos alvaladenses nas redondezas da vila para os passeios e piqueniques de domingo, que numa época de grandes carências e dificuldades proporcionavam momentos de são…

Artes, ofícios e profissões de Alvalade – Memória histórica

Artes, ofícios e profissões de Alvalade – Memória histórica

Abegão, Albardeiro, Alfaiate, Almocreve, Aguadeiro, Barbeiro, Boieiro, Caçador, Coiteiro, Caiador, Cabeleireira, Carvoeiro, Carpinteiro, Cortador, Costureira, Corticeiro, Correeiro, Cozinheiro, Eguariço, Fabricante de redes, Ferrador, Ferreiro, Forneiro, Funileiro, Ganhão, Hortelão, Lagareiro, Lavrador, Maquinista, Maioral de gado, Motorista, Moageiro, Oleiro, Padeiro, Pastor, Pedreiro, Pintor, Porqueiro, Quadrador (?), Rolheiro, Sapateiro, Serralheiro, Serrador, Taberneiro, Tosquiador,…

Os Priores de Alvalade (1604-1699)

Os Priores de Alvalade (1604-1699)

Até à instauração da República em 5 de Outubro de 1910, eram as paróquias do Reino que procediam à importante tarefa de registo da população, nos momentos mais importantes das suas vidas e aos quais acorriam à intervenção do respetivo pároco, ou seja, eram as paróquias que registavam os batismos,…

O Largo do Vasco…

O Largo do Vasco…

Já vai distante o tempo em que lhe chamavam «o largo do café do Chico», enquanto outros, mais velhos, conheceram-no ainda como «o largo do Vasco», o topónimo mais antigo e que ainda sobrevive no imaginário dos moradores mais velhos. O nome foi-lhe ‘emprestado’ por Vasco José da Silva, comerciante…

Património linguístico…

Património linguístico…

Amalhar (recolher à malhada); Amanhar-se (governar-se, enriquecer-se); Arrematar (praguejar, falar mal); Avelar (meter bolotas ao fumeiro, para secar); Balhana (coisa que não presta); Calma (calor); Candeio (flor das oliveiras, azinheiras e sobreiros); Chiquear (molhar o chão destinado à eira e fazê-lo calcar com os pés das ovelhas, cabras ou porcos);…

S. Roque, 16 Agosto de 1687

S. Roque, 16 Agosto de 1687

Com a ermida reduzida a alguns restos de paredes, em S. Roque já não se ouve o rebentar dos foguetes, nem o burburinho alegre do povo, ou a música de Beja como no dia 16 de Agosto de 1687. Quem vai hoje a S. Roque, na herdade do Faial, não consegue…

A Fonte Baptismal quinhentista da Igreja Matriz…

A Fonte Baptismal quinhentista da Igreja Matriz…

Em Novembro de 1510 já a Igreja de Santa Maria, actual Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição da Oliveira, possuía a actual pia baptismal de cantaria, de secção octogonal e ligeiramente torsa, identificada e registada na visitação espatária dirigida pessoalmente pelo Mestre da Ordem Militar de Santiago da Espada…

A lenda da Luz da Carniceira

A lenda da Luz da Carniceira

É contada de Alcácer do Sal até Ferreira do Alentejo, embora aparentemente o nome da lenda vá sofrendo pequenas variações geográficas: Caniceira em Alcácer, Torrão e Grândola; Carniceira em Ferreira e Alvalade. Há ainda uma lenda semelhante em Odemira, que dá pelo nome de Lenda da Luzinha da Charneca. Todas estas…