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Artes, ofícios e profissões de Alvalade – Memória histórica…

Artes, ofícios e profissões de Alvalade – Memória histórica…

Abegão, Albardeiro, Alfaiate, Almocreve, Aguadeiro, Barbeiro, Boieiro, Caçador, Coiteiro, Caiador, Cabeleireira, Carvoeiro, Carpinteiro, Cortador, Costureira, Corticeiro, Correeiro, Cozinheiro, Eguariço, Fabricante de redes, Ferrador, Ferreiro, Forneiro, Funileiro, Ganhão, Hortelão, Lagareiro, Lavrador, Maquinista, Maioral de gado, Motorista, Moageiro, Oleiro, Padeiro, Pastor, Pedreiro, Pintor, Porqueiro, Quadrador (?), Rolheiro, Sapateiro, Serralheiro, Serrador, Taberneiro, Tosquiador,…

Os Priores de Alvalade (1604-1699)…

Os Priores de Alvalade (1604-1699)…

Até à instauração da República em 5 de Outubro de 1910, eram as paróquias do Reino que procediam à importante tarefa de registo da população, nos momentos mais importantes das suas vidas e aos quais acorriam à intervenção do respetivo pároco, ou seja, eram as paróquias que registavam os batismos,…

O Largo do Vasco…

O Largo do Vasco…

Já vai distante o tempo em que lhe chamavam “o largo do café do Chico” — embora os mais velhos ainda o recordem como “o largo do Vasco”, a designação mais antiga que permanece viva no imaginário da população. O nome foi-lhe “emprestado” por Vasco José da Silva, comerciante (de…

Património linguístico…

Património linguístico…

Vocabulário Regional de Alvalade (recolhido pelo Padre Jorge de Oliveira): Amalhar: recolher à malhada. Amanhar-se: governar-se, arranjar-se, enriquecer. Arrematar: praguejar, falar mal. Avelar: meter bolotas no fumeiro para secar. Balhana: coisa sem valor, que não presta. Calma: calor inteso. Candeio: flor da oliveira, da azinheira e do sobreiro. Chiquear: molhar…

A lenda da Luz da Carniceira…

A lenda da Luz da Carniceira…

É contada de Alcácer do Sal até Ferreira do Alentejo, embora aparentemente o nome da lenda vá sofrendo pequenas variações geográficas: Caniceira em Alcácer, Torrão e Grândola; Carniceira em Ferreira e Alvalade. Há ainda uma lenda semelhante em Odemira, que dá pelo nome de Lenda da Luzinha da Charneca. Todas estas…

A tragédia da rua da Cruz…

A tragédia da rua da Cruz…

Na manhã de 13 de novembro de 1939, por volta das 8 horas, o ferrador António Duarte da Silva Telo, de 22 anos e natural da Abela, já deambulava inquieto pela rua da Cruz, como relatava então o jornal Diário de Notícias. Quem por ele passava não estranhou a presença…

Eduardo Olímpio com poema inédito dedicado a Alvalade

Eduardo Olímpio com poema inédito dedicado a Alvalade

Recebemos e publicamos (com muito gosto), o poema inédito “Recordar é viver” do poeta e escritor alvaladense Eduardo Olimpio, enviado para Alvalade através desta página. Pela sua obra, de dimensão nacional e que parcialmente se insere no neo-realismo português, há muito que justifica uma homenagem da terra que contemple, também, a…

As lontras da ribeira de Campilhas…

As lontras da ribeira de Campilhas…

Não são novidade e certamente que outros também já as viram entre a ponte romano-medieval e o monte do Contador e, eventualmente, noutros locais ao longo da ribeira de Campilhas. São esquivas, solitárias, e por serem animais fundamentalmente noturnos não são fáceis de observar diretamente. A pequena comunidade de lontras…