Início » Arquivos por categoria » Últimas (Página 5)

Toponímia – História

Toponímia – História

Na década de 20 do século passado, a junta de freguesia decidiu e deliberou atribuir topónimos a diversas ruas da vila e adquirir placas toponímicas para outras. Assunto que obrigatoriamente teria que ter a chancela do município em sede de assembleia municipal, de que resultaria a seguinte acta: Sessão Extraordinária…

As luminárias do centro histórico…

As luminárias do centro histórico…

Poucos serão os que conhecem a origem das luminárias eléctricas do centro histórico… São catorze e foram colocadas nas ruas no mandato autárquico de 1989-93 por Joaquim Gamito, José Nunes e Ermelinda Nunes, o executivo da Junta de Freguesia de Alvalade à época, e Luís Pedro Ramos na presidência da…

A Travessa do Forno…

A Travessa do Forno…

Hoje poucos conhecem a travessa pelo nome mas muitos ainda se recordarão das ruínas da casa do Galego, que a estreitavam consideravelmente e que foram demolidas no último quartel do século passado. O nome ou topónimo foi-lhe ‘outorgado’ pelo forno de poia comunitário do Galego, onde muitos alvaladenses iam cozer…

Atrás dos Quintais, a rua miradouro…

Atrás dos Quintais, a rua miradouro…

A designação popular diz muito da desconsideração que o espaço ou a Rua Atrás dos Quintais (assim ‘baptizada’ pela população na ausência de topónimo) tem tido ao longo dos tempos… Foi passagem pública nas costas dos quintais da Rua de Lisboa e parte da Rua da Cruz, e as barreiras…

Alvalade genuinamente alentejana…

Alvalade genuinamente alentejana…

Quando por vezes, em velhos documentos, encontrávamos esta região transtagana designada pela clássica forma “terras dentre o Tejo e o Odiana”, e víamos em antigos forais, Alvalade e as suas catorze companheiras enquadradas no “Campo de Ourique”, perguntávamos porque motivo a deslocaram para a Estremadura, fugindo à lógica das coisas.…

O adorno…

O adorno…

Intrigante é o mínimo que se pode dizer da peça de bronze que aqui se revela, propriedade privada e há muito na posse de um alvaladense, com contexto arqueológico desconhecido. Pendente ou adorno de arreio animal (cavalo?) em forma de crescente, que parece corresponder à estrutura do chifre duplo de…

Artes, ofícios e profissões de Alvalade – Memória histórica

Artes, ofícios e profissões de Alvalade – Memória histórica

Abegão, Albardeiro, Alfaiate, Almocreve, Aguadeiro, Barbeiro, Boieiro, Caçador, Coiteiro, Caiador, Cabeleireira, Carvoeiro, Carpinteiro, Cortador, Costureira, Corticeiro, Correeiro, Cozinheiro, Eguariço, Fabricante de redes, Ferrador, Ferreiro, Forneiro, Funileiro, Ganhão, Hortelão, Lagareiro, Lavrador, Maquinista, Maioral de gado, Motorista, Moageiro, Oleiro, Padeiro, Pastor, Pedreiro, Pintor, Porqueiro, Quadrador (?), Rolheiro, Sapateiro, Serralheiro, Serrador, Taberneiro, Tosquiador,…

Os Priores de Alvalade (1604-1699)

Os Priores de Alvalade (1604-1699)

Até à instauração da República em 5 de Outubro de 1910, eram as paróquias do Reino que procediam à importante tarefa de registo da população, nos momentos mais importantes das suas vidas e aos quais acorriam à intervenção do respetivo pároco, ou seja, eram as paróquias que registavam os batismos,…

A antiga Cantina Escolar…

A antiga Cantina Escolar…

A história do edifício onde agora funciona a nova extensão de saúde de Alvalade, começa em 6 de Março de 1949. Nesse dia, com a presença do Governador Civil efectivo e substituto de Setúbal, os Presidentes da União Nacional e da Câmara Municipal de Setúbal, o Director Escolar do Distrito,…

O Largo do Vasco…

O Largo do Vasco…

Já vai distante o tempo em que lhe chamavam «o largo do café do Chico», enquanto outros, mais velhos, conheceram-no ainda como «o largo do Vasco», o topónimo mais antigo e que ainda sobrevive no imaginário dos moradores mais velhos. O nome foi-lhe ‘emprestado’ por Vasco José da Silva, comerciante…

Património linguístico…

Património linguístico…

Amalhar (recolher à malhada); Amanhar-se (governar-se, enriquecer-se); Arrematar (praguejar, falar mal); Avelar (meter bolotas ao fumeiro, para secar); Balhana (coisa que não presta); Calma (calor); Candeio (flor das oliveiras, azinheiras e sobreiros); Chiquear (molhar o chão destinado à eira e fazê-lo calcar com os pés das ovelhas, cabras ou porcos);…